Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

terça-feira, 1 de abril de 2008

Reflexões da apresentação oral


Uma de minhas grandes dificuldades é falar em público. Já tentei tomar remédio antes, mas de nada adiantou. Me sinto preparada, no entanto ao saber que pessoas irão me avaliar já me sinto insegura, ansiosa, tremo na base.
Durante todo semestre apenas escrevemos, no máximo nos falamos pelo ROODA ou pelo MSN, quando sei que tenho que falar em público tenho a sensação de que tudo que aprendi eu não consegui assimilar, que foram apenas informações.
Sem sombras de dúvida as bancadas são de grande valia, porque aos poucos vamos aprendendo a nos por em frente aos outros e defender o que acreditamos ser certo.
Já sinto a diferença desde a primeira apresentação oral que fizemos.
Também torna-se difícil falar em público porque estamos em frente a pessoas que não temos tanto conhecimento, esse fato tem grande influência na hora de apresentar os trabalhos.
Quando estou ansiosa, nervosa, acabo atropelando as palavras, minha voz trepida, fico vermelha, acabo me perdendo na fala. Pior ainda, quando eu não consigo realizar como o planejado, porque eu sei que eu sei mas não consigo me expressar, acabo caindo em lágrimas, esse é o pior de tudo. Até eu conseguir me recuperar leva tempo.
Sempre me preparo em casa com ensaios, faço de conta que está na hora de apresentar e treino minhas falas. Mas na hora H as pernas tremem o corpo fica mole, me sinto despreparada com muito medo.
Por saber de que é de extrema importância que saibamos argumentar nossas evidências que
considero as bancadas de extrema importância, não somente em nossa profissão de educador, mas em nosso dia-a-dia, onde ousamos defender e argumentar nossas evidências, sem medo do novo.