Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Alguém me acorda? Só pode ser um sonho.....


Demorou mas consegui, enfim, tenho minha primeira foto na universidade mas cubiçada por muitos, UFRGS.

sexta-feira, 22 de maio de 2009











Já estou sentindo saudades do bueno do professor Niltom, diz ele, que ontem foi a última aula e que nosso poló é muito melhor que os demais. Essa última frase nos deixa muito feliz, pois afinal tentamos dar o nosso melhor de nós. Cada um com bastante afazeres mas sempre com vontade e animo de estar aprendendo.
Tentar tirar o preconceito de nossos alunos, trabalhar em sala de aula, mas antes de tudo trabalhar o preconceito de coisas coriqueiras que tem em nosso dia, que muitas vezes nem passa pela nossa cabeça que também estamos agindo preconceituosamente.
Como nossa colega Gleice destacou em sua apresentação ontem, acreditamos que vivemos muito mais uma fase de preconceito cultural do que propriamente racial, onde as pessoas são discriminadas pelos o que elas aparentam ter, ou ser.
O professor Niltom levantou algumas afirmações que achei muito bem fundamentadas, como exemplo; "So dizemos SIM a nós mesmos se antes dizemos NÃO ao outro", "Preciso de alguém fora da ordem para me manter na ordem".
Falar de temas tão polêmicos em sala de aula nos assusta e muitas vezes nos omitimos de tal forma que acabamos contríbuindo para este preconceito, discriminação. Antes de queremos que nossos alunos não sejam preconceitos temos que trabalhar ele em nós.
Quando somos extigados a fazer algo levantamos muitas possibilidades de como se trabalhar. Como exemplo, o trabalho da atividade História da África-história e cultura, é raro quando abordamos este tema em sala de aula, no entanto quando fomos motivados a trabalhá-lo tivemos algumas possibilidades bem interessante de como se trabalhar, quero dizer que falta comprometimento para ensinarmos não somente o que esta nos livros mas contar as verdadeiras histórias mostrando o que realmente aconteceu e acontece até hoje, a importância das diferenças etnias, o que cada uma contribuiu.
Para finalizar esta postagem quero finalizar com uma frase que li no começo da interdisciplina e que achei bastante relevante:

"O importante é não estar aqui ou ali, mas SER. E ser é uma ciência feita de pequenas e grandes observações do cotidiano dentro e fora da pessoa. quando não executamos essas observações, não chegamos a ser, apenas estamos desaparecendo." (Carlos Drummond de Andrade)





quarta-feira, 13 de maio de 2009



Será que utilizamos psicologia em nosso dia?


Quem acha que sim?


Euuuuuu.....


Atráves dela, da psicologia eu não só aprendo como trabalhar como meu aluno, mas aprendo a me conhecer, conhecer minha família, minha filha, e foi com ela, com minha filha que meus colegas e eu realizamos uma atividade, gostariamos de saber em que estagio do desenvolvimneto ela se encontrava, já que Piaget esquematiza o desenvolvimento intelectual em estágio, que são: estágio sensório-motor(0 a 2 anos), estágio pré-operacional(2 a 6 anos), estágio pré-operacional(7 a 11 anos), e estágio de operações formais(12 anos em diante). Onde as idades atríbuidas noa são rigídas, havendo variação individual.


Descobrimos que minha filha esta no estágio pré-operacional,por ter caracteristicas deste estágio, ela tendo 5 anos e 9 meses.


Foi bastante interessante fazer com ela a atividade, pois deu respostas muito boas ao trabalho.



Quando que paramos para retirar de algum filme algo que fosse realmente importante?


Eu por exemplo, vejo filme quando não tenho mais nada para fazer, que tenho tempo para tal. Pois a filosofia fez-nos parar para tirar nossas próprias conclusões do filme "O Clube do Imperador", nos fazendo refletir o que é conflito moral. Temos ela? Herdamos? Possuimos dia após dia?




Falar de Educação Especial nos leva a dezenas de mitos e verdades, estas atitudes mostram a existência do preconceito com essas pessoas especiais.

Verdades;

  • deficiência não é doença;
  • algumas crianças portadoras de deficiências podem necessitar de escolas especiais;
  • as adaptações são recursos necessários para facilitar a integração dos educandos com necessidades especiais nas escolas;
  • sindromes de origem genética não são contagiosas;
  • deficiente mental não é louco.

Mitos;

  • todo surdo é mudo;
  • todo cego tem tendência a música;
  • deficiência é sempre fruto de herança familiar;
  • existem remédios milagrosos que curam as deficiências;
  • as pessoas com necessidades especiais são eternas crianças;
  • todo deficiênte mental é dependente.

Quem que já não ouviu algum comentário parecido com estes aqui citados?

Estas são formas de preconceito com esses alunos, com esses cidadãos que são tão especiais.

Como aqui já mencionei mas que vou resaltar novamente, o texto, "Politicas Públicas para todos: tensões atuais", de Rosângela Gavioli Prieto, ela afirma que não há qualquer pretenção de se esgotar a discusão da Educação Especial, pois sempre à algo a se discutir.

Hum....que semestre maravilhoso, junto com ele muitas interdisciplinas instigantes que nos levam a refletir sobre nossa atuação enquanto educando no processo ensino aprendizagem, com interdisciplinas polêmicas, como é o caso da Educação de pessoas com Necessidades Educacionais Especiais e das Questões Etnico-Raciais na Educação, História e Social, onde nuca nos faltara argumentação para defende-las. Mas temos ainda, a Psicologia II, que é maravilhosa e a Filosofia da Educação, damos continuidade a os Seminários onde sempre aprendemos muito. Neste semestre não aprendemos nenhuma ferramenta, estamos aperfeiçãondo os conhecimentos já adquiridos, mas em compensação temos estudado muito, ido além do material disposto, afinal são temas quenos extiga a saber mais sobre o assunto.
Acredito que vai ser mais um semestre marcado pela ótima qualidade de Educação da UFRGS.