Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

sábado, 24 de outubro de 2009

Refletindo PAs...

Para quem não havia compreendido o que é um PA para finalizar ele temos dois textos bastante significativos, que são; "Projetos o que é? Como se faz?" e "Revisando PA em tempos de Web 2.0", nele identificamos questões essenciais de um PA, que temos que ter bem claramente em nossa memória.
Eu possuia muitas dúvidas de como conseguir levar meus alunos a quererem saber sobre determinado assunto e conseguir orienta-lós para que ouvesse um aprendizado significativo. Mas, ao ler as leituras as dúvidas começaram a se esclarecer, mostrando realidades escolares, já vivenciadas.
Sabemos da dificuldade que temos, que nossos alunos tem, pois sempre recebemos, receberam, tudo pronto e o PA veio para ajudar a levar o nosso aluno a pensar, de refletir, de criar com autonomia soluções para os problemas encontrados.
Grande é o desafio de partir do conhecimento prévio de nosso educando, de curiosidades, de vivencias, sabendo que o aluno ele não é uma tábua rasa, onde o educando vai interagir com o desconhecido, com novas situações para assim se apropriar do conhecimento específico, onde nós educadores somos apenas estimuladores, orientadores do caminho escolhido a ser percorrido.
No texto os alunos chegam na sala-de-aula e eles encontram a sala toda desorganizada, a professora os orienta para que eles façam a distribuição dos movéis, achei bastante interessante porque nossos alunos tem que receberem tudo pronto, é por ai que começa a ter que haver respeito pelas opiniões dos outros colegas, existindo desta forma cooperação, sendo uma forma de se sentirem autonomos.
Como nos relata no texto de Iris Elisabeth Tempee Costa e Beatriz Corsa Magdalena, "revisando os Projetos de Aprendizagens, em tempos de Web 2.0", o trabalho com projetos de aprendizagens configura numa situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos docentes. Nesta prática, os alunos, reunidos em pequenos grupos formados por interesses comuns em torno de um fenômeno que querem entender, levantam questões de investigação; buscam, organizam e comparam informações; elaboram e publicam seus achados, socializando tanto o processo desenvolvido, quanto os resultados alcançados, na medida que o trabalho se desenvolve.
Possuimos muitas perguntas quando pequenos, apenas nos educando, temos que estimular que as perguntas aconteçam, com questões da história de vida, de interesse próprio, de valores e condições pessoais, onde o aluno é agente de seu conhecimento.
Diante de tudo podemos dizer que o PA dá mais certo com os pequenos, pois os mesmos são curiosos e não tem medo de pagar mico fazendo uma pergunta.
Com tudo o que foi apresentado cabe a nós tertarmos com os acertos e erros a trabalharmos desta forma com nossos educandos, sabendo que o processo de assimilação fica mais prazeroso, pois são curiosidades deles que são evidênciadas por nós educadores.
Magdalena e Costa, pg. 93, 2003, diz, "Neste tipo de proposta inicial, a idéia é a de que o aluno precisa aprender a entregar-se com alegria à aventura de soltar a imaginação e a inteligência para criar e construir o novo, sempre disposto a reconstruir, na medida em que entende a relatividade do produzido."

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

EJA (Educação de Jovens e Adultos)


Em se tratando de EJA (Educação de Jovens e Adultos), o que poderia relatar sobre esta interdisciplina?

Pensando em tudo o que já estudamos até aqui o que logo me remete a falar é sobre a vivência que tive com esses alunos, suas dificuldades, suas limitações, o pouco caso enquanto esta educação das secretárias.

Sabemos que quase unanimamente todos os alunos que ali estudam trabalham fora e estão ali para tentarem por algum motivo aprender a ler e escrever. Uns para tirarem carteira, outros porque onde trabalham estão exigindo que saibam ler e escrever, e outros mesmo para se realizarem enquanto cidadãos.

Quando as aulas começam as salas de aula estão cheia, e aos poucos isso vai diminuindo, as pessoas vão evadindo, as cituações são precarias e os cidadão se sentem desmotivados a ali esta.

Ainda a EJA não é valorizada como deveria de ser, existe em algumas cidades porque tem que existir, ou porque existe uma pessoa desempregada, então ela procura montar uma turma para ter uma renda no final do mês.

Temos que trabalhar muitos aspectos em nossa cidade sobre essa educação dando o devido comprometimento com esses cidadãos que não tiveram acesso a educação na idade própria.

Em breve realizarei mais comentários.....

PA


Depois de alguns semestres de trabalho estamos chegando ao fim de nosso PA, que já foi sobre alimentação escolar e retornou ao ponto inicial, sobre Fotográfia, contando através dela, da fotográfia, um pouco da história de Três Cachoeiras.
Sabemos que não existe melhor exercício para reviver o passado que a apreciação solitária de nossas próprias fotográfias, das do passado e presente, onde revivemos bons momentos, lembramos de pessoas queridas.
Quando vemos velhos retratos nos álbuns, nos emocionamos, pois sabemos que o tempo passou, através da fotográfia podemos contar muitas histórias, sabermos de muitas coisas que aconteceram, como eram, pois dentro de cada imagem contém muitas informações acerca de um determinado momento passado.
Realizando o trabalho em grupo fiquei um tanto perdida, uma porque moro longe, fica difícil ficar vindo ao polo de vez enquanto, e outra por se tratar da história da fotográfia em Três Cachoeiras, falar de Toninho Retratista, pessoa essa que nunca conheci, não sei de quem se trata, no entanto no passar do tempo percebi que poderia contribuir de outra maneira, dando idéias, realizando pesquisas, e sei que por esse motivo aprendi muito, trabalhei com o que eu não conhecia, e que agora já tenho conhecimento.