Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

terça-feira, 31 de março de 2009

Fórum de Educação Especial


O filme proposto pela interdisciplina nos faz pensar; "Enfrentar esses desafios, implica em uma formação que difere das que ocorrem habitualmente, em cursos dessa natureza, criar e produzir novos saberes e fazeres educacionais." Como relatei no fórum, mas do que lei precisamos acreditar que somos capazes de fazer a diferença, as leis são apenas para nos dar suporte, mas tem que depender de cada educando.
Provocar o professor para que reveja suas práticas, à luz de marcos teórico-metodológicos, que diferem do habitualmente conhecido, para que apresente novas soluções para velhos problemas educacionais, que excluem alunos com deficiência no ensino regular.
O texto: "História, Deficiência e Educação Especial", de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, nos relata o processo histórico que a Educação Especial passou, que ainda esta passando. Acredito que esse processo ainda vai demorar um tempo para que realmente seja concedido. Antes de qualquer coisa podemos ser peças de obstrução destes alunos que estão a procura de uma educação de qualidade. Devemos sim acreditar em suas potencialidades, eles são capazes, com suas limitações, mas são. E isso é o que importa para nós educadores.

Foi assegurado pela Constituição Brasileira (1988) o direito de todos à educação, garantindo, assim, o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.

Ainda para reforçar a Constituição em Dezembro de 1996, foi publicada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB, 9.394/96, que dá ideia de melhoria da qualidade dos serviços educacionais para esses alunos.

Um comentário:

Roberta disse...

Cristiana!!

As reflexões que a interdisciplina de Educação Especial irão trazer serão muito importantes para nós repensarmos em que local a escola está inserida e se ela está realmente preparada para receber essas crianças com necessidades especiais. Será que todas as crianças podem fazer parte do ensino regular? Como nós professores nos preparamos para mais esse desafio?

Seguimos conversando
Abraços
Roberta