Por falta de cuidado acabei que esquecendo de referir a fonte em que foi retirada alguns trechos da postagem realizada sobre o cuidar e o educar.
Aqui retifico que foram da apostila sobre "Cuidar e educar. Perspectivas para a prática pedagógica na Educação Infantil", de Nilza Aparecida Forest e Silvio Luiz Indrusiak Weiss, esta trouxe para a Instituição, assim como outras não mencionadas na postagem, uma melhor compreenção do que seja o cuidar e o educar, afinal de conta nem sempre que cuidamos estamos educando, tem situações que apenas cuidamos, tendo que haver intenção para educar, com atividades coerentes.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Cuidar e educar (visita)
Com a visita da professora Clevi em minha instituição de ensino levantou-se um questionamento, este acredito muito importante, “O que é o cuidar e o educar? O que a instituição faz?”
Antigamente as Instituições de Educação Infantil tinham uma conotação apenas assistencial, onde os monitores ficavam o dia todo apenas observando as crianças.
Cuidar e educar significa compreender que o espaço/tempo em que a criança vive exige seu esforço particular e a mediação de um adulto como forma de proporcionar ambientes que estimulem a curiosidade com consciência e responsabilidade.
Cuidar e educar diante das novas diretrizes da educação devem caminham juntos, simultaneamente e de maneira indissociável, possibilitando que as ações construam em sua totalidade, a identidade e a autonomia da criança.
Cuidar e educar requer estudo, dedicação, cooperação, cumplicidade e o mais importante, amor de todos os responsáveis pelo processo.
Cuidar – valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. Envolve a dimensão afetivo e dos cuidados com os aspectos biológicos do corpo, como a qualidade da alimentação e dos cuidados com a saúde.
Educar – cuidar e educar devem ser integrados, deve ter condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras, situações pedagógicas intencionais orientadas.
Educar então significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada, que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal.
Educar nessa primeira etapa da vida, não pode ser confundida com o cuidar, ainda que as crianças necessitem de cuidados básicos para a garantia da própria sobrevivência.
A Instituição não deve ser pensada apenas como substituta da família, mas sim como ambiente de socialização diferente do familiar, onde promove cuidados físicos, cria condições para o desenvolvimento cognitivo, simbólico, afetivo, social, emocional e intelectual.
Diante do já estudado pude também contribuir para que minhas colegas de trabalho também viessem a compreender. Foi tanta preocupação que pude observar apostilas sendo estudadas. No entanto, a visita da professora Clevi, foi produtiva, pois começa a se ter uma nova forma de pensar, quem sabe também de agir, pois saber não adianta tem que colocar em pratica.
Antigamente as Instituições de Educação Infantil tinham uma conotação apenas assistencial, onde os monitores ficavam o dia todo apenas observando as crianças.
Cuidar e educar significa compreender que o espaço/tempo em que a criança vive exige seu esforço particular e a mediação de um adulto como forma de proporcionar ambientes que estimulem a curiosidade com consciência e responsabilidade.
Cuidar e educar diante das novas diretrizes da educação devem caminham juntos, simultaneamente e de maneira indissociável, possibilitando que as ações construam em sua totalidade, a identidade e a autonomia da criança.
Cuidar e educar requer estudo, dedicação, cooperação, cumplicidade e o mais importante, amor de todos os responsáveis pelo processo.
Cuidar – valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. Envolve a dimensão afetivo e dos cuidados com os aspectos biológicos do corpo, como a qualidade da alimentação e dos cuidados com a saúde.
Educar – cuidar e educar devem ser integrados, deve ter condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras, situações pedagógicas intencionais orientadas.
Educar então significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada, que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal.
Educar nessa primeira etapa da vida, não pode ser confundida com o cuidar, ainda que as crianças necessitem de cuidados básicos para a garantia da própria sobrevivência.
A Instituição não deve ser pensada apenas como substituta da família, mas sim como ambiente de socialização diferente do familiar, onde promove cuidados físicos, cria condições para o desenvolvimento cognitivo, simbólico, afetivo, social, emocional e intelectual.
Diante do já estudado pude também contribuir para que minhas colegas de trabalho também viessem a compreender. Foi tanta preocupação que pude observar apostilas sendo estudadas. No entanto, a visita da professora Clevi, foi produtiva, pois começa a se ter uma nova forma de pensar, quem sabe também de agir, pois saber não adianta tem que colocar em pratica.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Mais uma....
O tempo esta passando, e a cada dia mais aprendizados, mais lições aprendemos em nosso dia a dia enquanto educador. Mesmo trabalhando com crianças tão pequenas, elas entendem perfeitamente o que dizemos. Fazem testes e somos nós adultos que não entendemos que eles estão nos testando.
As crianças ainda pequenas nos dão lições, tendo bastante ânimo e perseverança no que querem, são determinados, estão num processo de construção, e depende de nós educadores desenvolver em cada um a igualdade de condições.
Apartir do momento que nós, enquanto educadores, trabalhamos com respeito às diversidades, as diferenças, estaremos ensinando nossos alunos a não serem preconceituosos, tornando uma sociedade mais igualitária e justa, sem discriminação.
Quando lançamos uma semente na terra juntamos a ela a esperança e a certeza de que vai nascer uma planta. De planta, o fruto, e do fruto, novas sementes.
A educação também é assim. A gente planta, planta sempre, mais não pode exigir que a planta venha amanhã. As coisas caminham devagar. As coisas nem sempre acontecem em curto prazo. Mais é preciso acreditar e plantar com a certeza de que mesmo a longo prazo, a semente germinará.
Como relatei em minha reflexão o tema por mim escolhido para ser trabalhado, questão das diferenças, não é apenas por uma semana, ele deve ser realizado diariamente, com muito diálogo. Aos poucos consigo ver a mudança nas crianças, estas me provam que são muito mais capazes do que possamos imaginar, nos fazem relatos que nos surpreendem.
Trabalhar com a Educação Infantil esta sendo um aprendizado maravilhoso,esta me dando uma visão diferente de que a Educação Infantil é apenas o lugar para o cuidar, com eles, ainda tão pequenos, podemos desenvolver muitos aprendizados, onde cuidar e ensinar estão interligados.
As crianças ainda pequenas nos dão lições, tendo bastante ânimo e perseverança no que querem, são determinados, estão num processo de construção, e depende de nós educadores desenvolver em cada um a igualdade de condições.
Apartir do momento que nós, enquanto educadores, trabalhamos com respeito às diversidades, as diferenças, estaremos ensinando nossos alunos a não serem preconceituosos, tornando uma sociedade mais igualitária e justa, sem discriminação.
Quando lançamos uma semente na terra juntamos a ela a esperança e a certeza de que vai nascer uma planta. De planta, o fruto, e do fruto, novas sementes.
A educação também é assim. A gente planta, planta sempre, mais não pode exigir que a planta venha amanhã. As coisas caminham devagar. As coisas nem sempre acontecem em curto prazo. Mais é preciso acreditar e plantar com a certeza de que mesmo a longo prazo, a semente germinará.
Como relatei em minha reflexão o tema por mim escolhido para ser trabalhado, questão das diferenças, não é apenas por uma semana, ele deve ser realizado diariamente, com muito diálogo. Aos poucos consigo ver a mudança nas crianças, estas me provam que são muito mais capazes do que possamos imaginar, nos fazem relatos que nos surpreendem.
Trabalhar com a Educação Infantil esta sendo um aprendizado maravilhoso,esta me dando uma visão diferente de que a Educação Infantil é apenas o lugar para o cuidar, com eles, ainda tão pequenos, podemos desenvolver muitos aprendizados, onde cuidar e ensinar estão interligados.
domingo, 31 de outubro de 2010
Mais uma semana...
Nesta semana trabalhei questão do gênero com meus alunos, pois querendo ou não ainda vivemos numa sociedade muito preconceituosa, com o que cada um pode ou não realizar. Sabendo que as crianças aprendem aquilo que elas vivenciam através do dialogo, falo que todos podemos brincar de bola, brincar de boneca, isso não os torna mais ou menos, apenas iguais ao seu gênero.
Segundo Rego (1994) o papel do educador é: “O educador tem como papel ser um facilitador das brincadeiras, sendo necessário mesclar momentos onde orienta e dirige o processo, com outros momentos, onde as crianças são responsáveis pelas suas próprias brincadeiras”.
Percebo que meus alunos estão sendo mais solidários uns com os outros, amigos, cobro muito isso deles, onde realizo atividades de socialização, momentos de compartilharem brinquedos.
Não poso deixar de relatar que nesta semana estive a visita da tutora Analissa. Meus alunos a princípio ficaram um tanto timido, mas depois foram se soltando aos poucos.
Nesta semana estou retirando deles a mamadeira e colocando as canequinhas para tomarem seu café. Apesar de serem pequenos estão conseguindo manusea-las com bastante eficiência, esta sendo mais difícil retirar as fraldas de alguns alunos.
No entanto as aulas foram bastante produtivas, consegui atingir em termos meus objetivos, pois trabalhar a questão de gênero não é apenas atividades para uma semana, mas para o dia a dia em sala de aula.
Segundo Rego (1994) o papel do educador é: “O educador tem como papel ser um facilitador das brincadeiras, sendo necessário mesclar momentos onde orienta e dirige o processo, com outros momentos, onde as crianças são responsáveis pelas suas próprias brincadeiras”.
Percebo que meus alunos estão sendo mais solidários uns com os outros, amigos, cobro muito isso deles, onde realizo atividades de socialização, momentos de compartilharem brinquedos.
Não poso deixar de relatar que nesta semana estive a visita da tutora Analissa. Meus alunos a princípio ficaram um tanto timido, mas depois foram se soltando aos poucos.
Nesta semana estou retirando deles a mamadeira e colocando as canequinhas para tomarem seu café. Apesar de serem pequenos estão conseguindo manusea-las com bastante eficiência, esta sendo mais difícil retirar as fraldas de alguns alunos.
No entanto as aulas foram bastante produtivas, consegui atingir em termos meus objetivos, pois trabalhar a questão de gênero não é apenas atividades para uma semana, mas para o dia a dia em sala de aula.
domingo, 24 de outubro de 2010
Estágio...
O estágio esta sendo muito legal, a professora que trabalha comigo mais ainda, sabe da minha necessidade de realizar o estágio com estes alunos ainda tão pequenos, que começamos a moldar agora, no começo de sua infância, na Educação Infantil, na Educação Básica.
No principio tinhamos uma percepção que deveriamos mais cuidar do que propriamente educar. Agora diante de tantas leituras consigo ver que estes alunos pouco a pouco muito eles aprendem, nos surpreendendo a cada dia.
Trabalhei com o Jardim I o livro "Tudo bem ser diferente", de Todd Parr. Os alunos escutaram a história prestando bastante atenção, e sempre que possível tento mostrar as diferenças para eles. Num passeio que realizamos mostrei que até as folhas que caem da mesma arvore são diferentes.
Trabalhamos também com tinta, eles adoram, ficam muito contentes quando veem pegando as latas de tintas.
Na sexta-feira fiquei muito apreensiva, a tutora Analissa viria me visitar, estavamos todos ansiosos a sua espera, mas ela não apareceu, foi transferido para a segunda-feira. Sem dúvida estou muito ansiosa por sua avaliação, acredito que esteja dentro da proposta do PEAD, mas...enfim, estou garando um rumo, e este me dará muito orgulho, não muito diferente de tudo que até aqui passei.
Acredito que nada acontece por acaso, tudo tem uma explicação, e um dia vou poder entender melhor, ou quem sabe realmente entender. Como diz uma frase: "Somente os loucos não mudam de opinião."
Não estou cursando a faculdade por acaso, e o que me deixa mais feliz é o reconhecimento por onde eu já passei, acho que o melhor pagamento que recebemos é ser reconhecida, de nos valorizarmos enquanto educadoras, que buscamos por uma educação mais igualitaria, onde presi pelo educando.
É por este motivo que estou estagiando com meus alunos a ludicidade, as diferenças, pois acredito que ainda possamos fazer algumas coisa, nada esta perdido, muito podemos realizar, apenas temos que ter disposição para tal.
No principio tinhamos uma percepção que deveriamos mais cuidar do que propriamente educar. Agora diante de tantas leituras consigo ver que estes alunos pouco a pouco muito eles aprendem, nos surpreendendo a cada dia.
Trabalhei com o Jardim I o livro "Tudo bem ser diferente", de Todd Parr. Os alunos escutaram a história prestando bastante atenção, e sempre que possível tento mostrar as diferenças para eles. Num passeio que realizamos mostrei que até as folhas que caem da mesma arvore são diferentes.
Trabalhamos também com tinta, eles adoram, ficam muito contentes quando veem pegando as latas de tintas.
Na sexta-feira fiquei muito apreensiva, a tutora Analissa viria me visitar, estavamos todos ansiosos a sua espera, mas ela não apareceu, foi transferido para a segunda-feira. Sem dúvida estou muito ansiosa por sua avaliação, acredito que esteja dentro da proposta do PEAD, mas...enfim, estou garando um rumo, e este me dará muito orgulho, não muito diferente de tudo que até aqui passei.
Acredito que nada acontece por acaso, tudo tem uma explicação, e um dia vou poder entender melhor, ou quem sabe realmente entender. Como diz uma frase: "Somente os loucos não mudam de opinião."
Não estou cursando a faculdade por acaso, e o que me deixa mais feliz é o reconhecimento por onde eu já passei, acho que o melhor pagamento que recebemos é ser reconhecida, de nos valorizarmos enquanto educadoras, que buscamos por uma educação mais igualitaria, onde presi pelo educando.
É por este motivo que estou estagiando com meus alunos a ludicidade, as diferenças, pois acredito que ainda possamos fazer algumas coisa, nada esta perdido, muito podemos realizar, apenas temos que ter disposição para tal.
domingo, 10 de outubro de 2010
Ufá...
Acredito que hoje tenha conseguido por um fim na novela que vinha sendo minha arquitetura pedagógica e meu cronograma.
Tentei realizar com bastante material, com bastante referencial teórico, mas algumas coisas que eu colocava aparecia como alguém já havia dito, não sei se pelas inumeras leituras isso acabou acontecendo. No entanto acabei de posta-lo, agora estou ansiosa para saber se realmente esta ok. Foram muitas noites mal dormidas, sofridas, de não conseguir comer, por um lado foi bom, emagreci, mas minha família acaba sofrendo junto comigo. Bom vou parar de falar, ao contrário não conseguirei conter as lágrimas.
Nesta terça-feira pretendo antecipar as postagens dos planos de aulas posteriores, caso ocorra algum emprevisto igual outro dia que faltou luz, estarei adiantada.
Agora é levantar a cabeça e mostrar que sou capaz, de acreditar em mim, pois neste espaço de tempo nem eu estava mais acreditando em mim.
Tentei realizar com bastante material, com bastante referencial teórico, mas algumas coisas que eu colocava aparecia como alguém já havia dito, não sei se pelas inumeras leituras isso acabou acontecendo. No entanto acabei de posta-lo, agora estou ansiosa para saber se realmente esta ok. Foram muitas noites mal dormidas, sofridas, de não conseguir comer, por um lado foi bom, emagreci, mas minha família acaba sofrendo junto comigo. Bom vou parar de falar, ao contrário não conseguirei conter as lágrimas.
Nesta terça-feira pretendo antecipar as postagens dos planos de aulas posteriores, caso ocorra algum emprevisto igual outro dia que faltou luz, estarei adiantada.
Agora é levantar a cabeça e mostrar que sou capaz, de acreditar em mim, pois neste espaço de tempo nem eu estava mais acreditando em mim.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Está difícil...
As coisas não estão sendo facéis.
Estou, estarei, realizando estágio com minha turma da Educação Infatil, do C. E. I. Professor João Vitorino Lopes, da localidade de São João do Sul.
Leciono com o Jardim I, com alunos de um ano e dois meses até três anos de idade. É uma turma bastante mista, tem crianças bem bebês e alguns bem grandinhos, alguns em processo de tirar fraldas.
Para mim não posso negar esta sendo difícil esquecer o que passou, mas estou tentando e sei que vou conseguir.
Estou bastante feliz porque minha turminha é muito fofa, são crianças maravilhosas, bastante educadas.
Estou ainda tentando arrumar minha arquitetura pedagógica, segundo a professora Clevi não posso começar sem ela. Acredito que no máximo amanhã estarei postando para uma nova posição.
Tenho como tema a Ludicidade e as diferenças, onde trabalharei as diferençs junto do lúdico, brincado, conversando.
Amanhã estarei postando algo mais, ou melhor, algo que tenha acontecido na minha sala de aula.
Sei que estou devendo muitas postagens, mas apartir de hoje prometo paga-las todas, com muito empenho e dedicação.
Até amanhã!
Estou, estarei, realizando estágio com minha turma da Educação Infatil, do C. E. I. Professor João Vitorino Lopes, da localidade de São João do Sul.
Leciono com o Jardim I, com alunos de um ano e dois meses até três anos de idade. É uma turma bastante mista, tem crianças bem bebês e alguns bem grandinhos, alguns em processo de tirar fraldas.
Para mim não posso negar esta sendo difícil esquecer o que passou, mas estou tentando e sei que vou conseguir.
Estou bastante feliz porque minha turminha é muito fofa, são crianças maravilhosas, bastante educadas.
Estou ainda tentando arrumar minha arquitetura pedagógica, segundo a professora Clevi não posso começar sem ela. Acredito que no máximo amanhã estarei postando para uma nova posição.
Tenho como tema a Ludicidade e as diferenças, onde trabalharei as diferençs junto do lúdico, brincado, conversando.
Amanhã estarei postando algo mais, ou melhor, algo que tenha acontecido na minha sala de aula.
Sei que estou devendo muitas postagens, mas apartir de hoje prometo paga-las todas, com muito empenho e dedicação.
Até amanhã!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
De fato......quem sabe?????
A busca de novos conhecimentos nos proporciona novos aprendizados, sem sombras de dúvidas eles virão.
Percebemos na aula do dia 30 de agosto que estamos com uma orientadora e uma tutora de grande calão, nos trouxeram questões para pensar de como podemos trabalhar com nossos educandos, nos proporcionando reflexões sobre nosso fazer, nos fazendo olhar para a construção de nosso TCC.
Tudo deve ser feito intensamente e não será diferente. O gosto e o prazer se misturam numa euforia que vai muito além do que eu possa imaginar.
Percebemos na aula do dia 30 de agosto que estamos com uma orientadora e uma tutora de grande calão, nos trouxeram questões para pensar de como podemos trabalhar com nossos educandos, nos proporcionando reflexões sobre nosso fazer, nos fazendo olhar para a construção de nosso TCC.
Tudo deve ser feito intensamente e não será diferente. O gosto e o prazer se misturam numa euforia que vai muito além do que eu possa imaginar.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Mistura de euforia com decepção
Na segunda-feira, dia 22 de agosto estivemos presente no Polo da UFRGS, que fica localizado precisamente em Três Cachoeiras.
No geral considerei a aula bastante pertinente em relação as atividades do Seminário Integrador para que não venha ocorrer possíveis equivocos no decorrer da mesma.
No primeiro momento achei um pouco dificultoso, sabendo que teremos que desprender de muito tempo para a realização das postagens, das leituras, mas diante das falas da professora Eliana Ventorini as coisas foram se esclarecendo e tendo que haver embasamento teórico, nada mais justo voltarmos a lembrar alguns autores que por nós já foram estudados, que foram importantes em nossa caminhada, que acrescentaram uma nova visão e que poderão contribuir para a realização do TCC.
Tudo ia muito bem, até o momento que a professora Eliana relatou que haveriam colegas que realizariam estágio neste semestre e que dessa forma não se formariam junto com as demais. Foi neste momento que meu mundo caiu, fiquei perplexa em saber que todos os meus sonhos ali se acabariam, não entendendo o porque da reprovação no estágio já que as demais colegas haviam sido convidadas a interromper seu estágio, ou não entregará seu relatório, eu que havia realizado tudo agora saberá do acontecido. Meu TCC já tem um encaminhamento diante da realidade vivenciada em sala de aula, com a turma com a qual estagiei.
Conversamos a colega Rita e eu, que somos duas das cinco convidadas a refazer o estágio, sendo que apenas nós estávamos presente na reunião, não sabendo se as demais colegas darão continuidade, ou não, ao curso, pedimos para que reveses a situação para que ao final do estágio já possamos dar início, ou mesmo no meio do estágio, ao TCC, para que assim possamos nos formar junto com as demais colegas.
Quando me avisaram que deveria de refazer o estágio fiquei decepcionada, mas não argumentei muito para assim poder provar que sou muito melhor e que estavam me avaliando de forma equivocada. Já que estou em sala de aula mesmo não seria difícil, mas agora com os ocorridos estou um tanto decepcionada com a orientação, acredito ter faltado mais comprometimento de ambas as partes, o que resultou nesta tamanha dor de cabeça.
Espero que seja realizado uma profunda analise de tudo o que aqui já passamos, que não foram coisas poucas, e que não nos proíbam de compartilhar esta felicidade que é a formatura com nossas pessoas queridas, nossos colegas. Compensar de alguma forma tantas as vezes que pedi para que minha filha me deixasse só para realizar as atividades solicitas e tantas outras.
A dor é inesplicavel, é inegável que estou entristecida, mas com fé em Deus e determinação espero que sejam humanos, que reflitam sobre nosso futuro.
Rezarei para que Deus ilumine a cabecinha destas pessoas para que assim possam oportunizar momento de alegria, de felicidade, de reconhecimento que tanto buscamos no decorrer destes quatro anos de intensa caminhada.
Mudanças na concepção em função de meu estágio ocorreram, mas o professor é isso, é estar em constante busca, reformulação, reafirmação, modificação.
Espero poder tirar deste momento ainda com tudo, momentos de alegria.
No geral considerei a aula bastante pertinente em relação as atividades do Seminário Integrador para que não venha ocorrer possíveis equivocos no decorrer da mesma.
No primeiro momento achei um pouco dificultoso, sabendo que teremos que desprender de muito tempo para a realização das postagens, das leituras, mas diante das falas da professora Eliana Ventorini as coisas foram se esclarecendo e tendo que haver embasamento teórico, nada mais justo voltarmos a lembrar alguns autores que por nós já foram estudados, que foram importantes em nossa caminhada, que acrescentaram uma nova visão e que poderão contribuir para a realização do TCC.
Tudo ia muito bem, até o momento que a professora Eliana relatou que haveriam colegas que realizariam estágio neste semestre e que dessa forma não se formariam junto com as demais. Foi neste momento que meu mundo caiu, fiquei perplexa em saber que todos os meus sonhos ali se acabariam, não entendendo o porque da reprovação no estágio já que as demais colegas haviam sido convidadas a interromper seu estágio, ou não entregará seu relatório, eu que havia realizado tudo agora saberá do acontecido. Meu TCC já tem um encaminhamento diante da realidade vivenciada em sala de aula, com a turma com a qual estagiei.
Conversamos a colega Rita e eu, que somos duas das cinco convidadas a refazer o estágio, sendo que apenas nós estávamos presente na reunião, não sabendo se as demais colegas darão continuidade, ou não, ao curso, pedimos para que reveses a situação para que ao final do estágio já possamos dar início, ou mesmo no meio do estágio, ao TCC, para que assim possamos nos formar junto com as demais colegas.
Quando me avisaram que deveria de refazer o estágio fiquei decepcionada, mas não argumentei muito para assim poder provar que sou muito melhor e que estavam me avaliando de forma equivocada. Já que estou em sala de aula mesmo não seria difícil, mas agora com os ocorridos estou um tanto decepcionada com a orientação, acredito ter faltado mais comprometimento de ambas as partes, o que resultou nesta tamanha dor de cabeça.
Espero que seja realizado uma profunda analise de tudo o que aqui já passamos, que não foram coisas poucas, e que não nos proíbam de compartilhar esta felicidade que é a formatura com nossas pessoas queridas, nossos colegas. Compensar de alguma forma tantas as vezes que pedi para que minha filha me deixasse só para realizar as atividades solicitas e tantas outras.
A dor é inesplicavel, é inegável que estou entristecida, mas com fé em Deus e determinação espero que sejam humanos, que reflitam sobre nosso futuro.
Rezarei para que Deus ilumine a cabecinha destas pessoas para que assim possam oportunizar momento de alegria, de felicidade, de reconhecimento que tanto buscamos no decorrer destes quatro anos de intensa caminhada.
Mudanças na concepção em função de meu estágio ocorreram, mas o professor é isso, é estar em constante busca, reformulação, reafirmação, modificação.
Espero poder tirar deste momento ainda com tudo, momentos de alegria.
domingo, 13 de junho de 2010
Falta de tempo...
Como gostaria de possuir mais de tempo para realizar um estágio, uma faculdade com bastante calma. Da maneira que faço nem mesma eu sei como que consigo. Acho lindo o trabalho que ouço falar, sei que tenho competência de fazê-lo, mas... pela falta de tempo não consigo realizar. As idéias dadas são maravilhosas, para quem tem tempo, para quem apenas trabalha em casa e realiza o estágio, mas para quem acorda as 7:00 horas da manhã vai dar aula, chega as 12:30 horas almoça e já tem que sair as 13:30 horas para trabalhar até as 21:30 horas, que chega em casa, tem uma filha com 6 anos no segundo ano, que tem casa, marido, tem loja de roupa, que faz especialização em Psicopedagogia, é muito difícil conseguir realizar atividades tão criativas, que desenvolvam tempo.
Sei que ninguém tem nada a ver com isso, mas cabe aqui o momento de desabafo, de angústia, de receio por não conseguir da forma que também gostaria de realizar.
Já estive momentos de pensar em desistir, pela falta de tempo, só não fiz porque sou teimosa, e acho que esta também é uma qualidade boa nas pessoas, serem perseverantes, e acreditarem no que fazem mesmo levando as coisas um tanto tortas.
Sei que ninguém tem nada a ver com isso, mas cabe aqui o momento de desabafo, de angústia, de receio por não conseguir da forma que também gostaria de realizar.
Já estive momentos de pensar em desistir, pela falta de tempo, só não fiz porque sou teimosa, e acho que esta também é uma qualidade boa nas pessoas, serem perseverantes, e acreditarem no que fazem mesmo levando as coisas um tanto tortas.
O que queremos....

Todos queremos o melhor para nossas crianças. Sonhamos para elas um futuro com mais oportunidades de serem felizes e de se realizarem na vida profissional e pessoal. É desta forma que tentamos motivar nossos alunos a estudarem, a se esforçarem mais em suas atividades escolares, para que assim tenham também uma vida melhor, com mais oportunidades.
Para que esses sonhos possam se tornar-se realidade, nossas crianças precisam desenvolver-se cada vez mais e melhor.
Pesquisas mostram que o envolvimento da família na vida escolar das crianças é fundamental.
A família é capaz de despertar interesse e a curiosidade delas e incentivar a sua aprendizagem. Por isso, o seu compromisso é indispensável.
Durante o estágio, entre este pouco tempo como professora titular desta turma, tentei mostrar além dos filhos, aos pais, a importância deles estarem presentes no cotidiano escolar de seus filhos. Nas conversas informais a que tivemos os próprios alunos relatam a falta de comprometimento destes pais com a vida escolar de seus filhos, influênciando estes alunos ao desânimo, pela falta de atenção dada.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Ufá...

Meu Deus...Que correria, que vida louca.
Parece mentira que estamos no fim de mais um processo, arduo, mas compensador.
Neste final de estágio, a principio final de contratação, me sinto muito aliviada em saber que meus alunos estiveram alguns ensinamentos que levarão para o resto de suas vidas. Muito me deixa contente em saber que o que fiz por eles realmente houve resultado, resultado este que a própria professora titular quando voltou ficou impressionada.
Não somente no estágio, mas em todas as funções em que desempenhamos sempre temos que nos doar ao máximo, sei que muito mais poderia fazer, porém como minhas atividades não são poucas vou levando como posso e da.
Esta semana esta sendo uma semana atipica, estou ficando enfraquecida, triste, pois sei que terei que partir, mas se faz necessário.
Espero que todos os aprendizados aqui estudados sejem sempre relembrados, restruturados, sempre querendo algo a mais, acredito que este seja o grande diferencial de um professor comprometido com uma educação de qualidade.
domingo, 23 de maio de 2010
Avaliação

Respondendo ao comentário feito, não acho o momento avaliação difícil devido a não ter observações, pois estas eu tenho de monte, mas é a questão avaliar de forma injusta não levando em consideração seus últimos aprendizados. Como devo avaliar um aluno problema, mas que evolui nos últimos dias? Como avaliar alunos com necessidades especiais? Não quero intimidar meu aluno, quero que continue na busca de mais conhecimentos.
Aqui no PEAD por exemplo, me senti muito perdida, ainda não totalmente segura do que estou realizando, por quê? Porque recebi alguns comentários que me deixaram sem vontade de fazer nada, ou melhor, tinha uma vontade, deletar tudo o que até aqui havia realizado, só não fiz porque acreditava no que eu havia feito e resolvi argumentar, assim como aprendemos aqui no PEAD com a Nádie.
Vivemos em realidades diferentes e temos que respeitar o que cada um pensa ou faz, esse é meu medo, de acabar intimidando meu aluno na hora da avaliação.
Avaliar um aluno com necessidades especiais por exemplo, não concordo em dar por dar uma nota 7 para ele, se ele não é aluno para 7. A professora do SAED veio pedir para realizar a ficha de avaliação destes alunos e muito discutimos sobre isso, onde ela alega que devemos considerar suas necessidades, mas o que acontece, tem alunos no 1º ano do Ensino Médio que não sabe ler, esta havendo inclusão? Quando chegarem num vestibular alguém levará em conta sua necessidade?
Muito ainda tenho que aprender sobre a educação, mas tem coisas que é difícil de conseguir entender, como por exemplo, querer que a educação seija padrão, ela não é, pois cada lugar tem sua maneira,tem seus costumes, possui materiais adequados, cada um trabalha dentro de suas limitações.
domingo, 9 de maio de 2010
Época de avaliação...
Chegamos num ponto bastante delicado da educação, onde devemos avaliar nossos alunos. Nesta semana que se passou tínhamos o fechamento das notas dos alunos, de suas avaliações, junto com elas vem tudo o que até aqui aprenderam, ensinaram. Que dificuldade de avaliar, que angustia, que tortura, tudo vai depender de uma nota dada agora, neste semestre, onde darei continuidade no ano letivo, onde ela deve ser não como controle, mas como processo de ensino aprendizagem. A avaliação como meio, não como fim para alcançar os objetivos conceituais. Minhas avaliações são continuas, com a finalidade de observar os avanços de cada aluno, através de uma planilha de observação de cada aluno, onde lá eu registro cada atividade, comportamento, que deva ser levado em consideração.
Devendo levar em conta sempre nas avaliações se conseguem identificar e utilizar corretamente os conceitos estudados, relacionam conhecimentos anteriores com as novas aprendizagens, se utilizam a linguagem oral com eficácia, reconhecer as diferentes tipologias textuais, se conseguem arriscar-se a usar seus conhecimentos para resolver novas situações propostas de forma autónoma, produção de textos coesos e coerentes com o tema proposto, participam dos debates, das conversas informais adequadamente, demonstrando suas ideias, organização dos materiais, realização de todas as atividades, inclusive as de casa, respeito pelas normas da escola, preocupação com a escrita e o traçado correto das palavras. Esses são alguns dos critérios de avaliação, mas tem momentos que nos sentimos inseguros do que estamos fazendo, será que realmente devo agir assim? São perguntas que sempre faço e refaço em minha ação docente. Questionamentos que não querem calar. Dúvidas para serem compartilhadas com direção, orientação.
Enfim, a avaliação é feita, e sempre esperamos ser justos com nossos alunos.
Devendo levar em conta sempre nas avaliações se conseguem identificar e utilizar corretamente os conceitos estudados, relacionam conhecimentos anteriores com as novas aprendizagens, se utilizam a linguagem oral com eficácia, reconhecer as diferentes tipologias textuais, se conseguem arriscar-se a usar seus conhecimentos para resolver novas situações propostas de forma autónoma, produção de textos coesos e coerentes com o tema proposto, participam dos debates, das conversas informais adequadamente, demonstrando suas ideias, organização dos materiais, realização de todas as atividades, inclusive as de casa, respeito pelas normas da escola, preocupação com a escrita e o traçado correto das palavras. Esses são alguns dos critérios de avaliação, mas tem momentos que nos sentimos inseguros do que estamos fazendo, será que realmente devo agir assim? São perguntas que sempre faço e refaço em minha ação docente. Questionamentos que não querem calar. Dúvidas para serem compartilhadas com direção, orientação.
Enfim, a avaliação é feita, e sempre esperamos ser justos com nossos alunos.
sábado, 1 de maio de 2010
Como nós escola devemos agir?

Uma das funções da escola é preparar as novas gerações para viverem em sociedade, como cidadãos atuantes, solidários, autônomos e críticos. Isso implica partilhar com os educandos experiências de ensino em todas as suas fases, permitindo que eles sintam o papel que lhe cabe na aventura do aprender não somente os conteúdos escolares, mas a viver e atuar em sociedade, com clareza e discernimento, neste mundo complexo de constantes transformações.
Devemos entender a escola como centro de promoção humana, de apoio à aprendizagem de todos, princípio este que transforma nossa sala de aula.
O estudante e o professor são o centro no processo de aprendizagem e ensino, são protagonistas no ativo processo do pensar, formular, defender e sistematizar sua própria trajetória de aprendizagem. Considerar o educando capaz de resolver os problemas onde precisa divulgar, expor, suas idéias, estratégias e procedimentos para serem testados, validados, organizados e registrados no interior da sala de aula. Se este consegue fazer de forma clara dentro da sala de aula também terá êxito na sociedade que convive, sendo um cidadão crítico, reflexivo, autônomo de seu próprio fazer.
A nós educadores cabe o papel de selecionarmos os conteúdos de acordo com as necessidades do educando, para podermos manter os educandos interessados e motivados a resolver os problemas propostos, além de poder propiciar aos estudantes um espaço favorável para usar seus conhecimentos prévios e comunicar idéias, levantar hipóteses e confrontá-las com os colegas e com as informações do meio, refletindo e registrando de diferentes formas.
Quando utilizamos desta forma para ensinarmos nossos alunos conseguimos visualizar com mais clareza o que propúnhamos que eles aprendessem, sendo que é algo que lhes motivem a querer saber mais, sobressaindo desta forma a qualidade, e não a quantidade, onde não exista apenas o despejamento de conteúdo, como nos relata um texto de Japiassu (1994), da Didática, Planejamento e Avaliação, onde afirma que devemos ter um currículo integrado, onde ele diz: "A especialização sem limites culminou numa fragmentação crescente do horizonte epistemológico. Chegamos a um ponto que o especialista se reduz àquele que, à causa de saber cada vez mais sobre cada vez menos, termina por saber tudo sobre nada. (...)"
terça-feira, 20 de abril de 2010
Outros dias....

Atualmente, vivemos em uma era de constantes transformações que exige de nós professores estarmos sempre se modificando, inovando, se avaliando.
A cada dia, nós educadores, encontramo-nos num dilema que nos põe a questionarmos o papel que possuímos na aprendizagem de nossos educando. O estágio esta nos propondo este momento de reflexão, avaliação, nos tornando aprendizes, refletindo constantemente sobre nossa prática, debatendo, dialogando com as famílias e a comunidade, para assim haver uma educação de qualidade e não de quantidade.
Devemos sempre ser educadores mediadores, desafiadores, orientadores, contribuindo para um melhor aprendizado, estimulando a curiosidade, a espontaneidade e a harmonia.
Proporcionar instrumentos para o crescimento mais saudável, estimulando a explorar o mundo de dentro e o mundo de fora dando novas formas, no presente e para o futuro, a partir de vivencias de seus dias. Permitir a raciocinar, descobrir, persistir, perseverar, interpretar, aprender a perder percebendo que haverá novas oportunidades para ganhar, esforçar-se, ter paciência, não desistir facilmente dizendo que não sabe.
Acredito que nós educadores, das séries iniciais, temos uma grande missão, uma das mais bonitas, pois é neste espaço que a criança aprende a se desenvolver, aprender a aprender, a conviver, criar e recriar. É a fase inicial da Educação Básica, a primeira etapa que uma criança assume em sua vida escolar, e que possui a finalidade de favorecer o desenvolvimento integral da criança, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sociais.
Cabe a nós educadores adotar uma postura de mediador, orientador e investigador neste espaço de aprendizado, propiciando com o seu conhecimento um aprendizado prazeroso e construtivo para as crianças. Porém, não é fácil a vida de um educador, ela, é turbulenta, nós educadores devemos estar sempre pesquisando, estudando, nós reciclando para contribuirmos para uma educação realmente de qualidade, que é o que nós educadores esperamos.
domingo, 11 de abril de 2010
Enfim...os estágios começaram....

Parece que tudo o que já estudamos, tudo o que já vivenciamos, não é o suficiente para traquilizarmos nossos anseios.
A impressão que tenho é que estamos fazendo tudo correndo, parece que não estamos tendo tempo o suficiente para realizarmos com tranquilidade as atividades propostas pelo Seminário Integrador VIII, e nem os professores para examinar nossos planos de aulas.
Hoje, domingo, estou o dia todo em função disso, parece loucura, mas é.
Amanhã, quando relatarei minhas anotações, colocarei o que sentirei na aula, mas deve ser igual a preparação da mesma
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Nosso 1º Encontro...

Nosso primeiro encontro foi realizado segunda-feria, dia 22 de março, na E.E.B Felipe Schaeffer, em Três Cachoeiras, com a presença da nossa querida Marie Jane, a professora Eliana Rella e nossos estimados Nilton e Eliana.
Neste dia tiramos muitas dúvidas enquanto aos estágios que devemos estar em sala de aula apartir do dia 12 de abril. Também ficamos alegres em saber que os créditos que precisavamos aumentou a pontuação, sendo assim grande parte das colegas e também eu, estamos com o suficiente para podermos nos formar no final do ano. Esta era uma grande preocupação da turma em geral.Ficamos sabendo também para que realmente estaremos habilitados para trabalhar, e são: Didática, Educação especial, EJA (Educação de Jovens e Adultos), Gestão escolar, Educação Infantil e Series Iniciais.
Teremos ainda neste semestre algumas cadeiras eletivas, onde poderemos estar estudando um pouco mais para quem tem tempo.
Sei que tiramos algumas dúvidas neste encontro, mas também sei que muitas outras serão levantadas ao decorrer.
Gostaria de relatar que só estou fazendo uma postagem hoje por falta de tempo, com a chegada da páscoa os trabalhos aumentaram, junto com ele o cansaço, e também uma bela gripe para me deixar na cama.
Mas vale ressaltar que o entusiasmo esta na flor da pele, e a vontade é de que as coisas aconteçam de uma vez, mas sei que tudo tem seu tempo.
Em breve estarei fazendo uma nova postagem....
Assinar:
Comentários (Atom)
