Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

sábado, 1 de maio de 2010

Como nós escola devemos agir?


Uma das funções da escola é preparar as novas gerações para viverem em sociedade, como cidadãos atuantes, solidários, autônomos e críticos. Isso implica partilhar com os educandos experiências de ensino em todas as suas fases, permitindo que eles sintam o papel que lhe cabe na aventura do aprender não somente os conteúdos escolares, mas a viver e atuar em sociedade, com clareza e discernimento, neste mundo complexo de constantes transformações.
Devemos entender a escola como centro de promoção humana, de apoio à aprendizagem de todos, princípio este que transforma nossa sala de aula.
O estudante e o professor são o centro no processo de aprendizagem e ensino, são protagonistas no ativo processo do pensar, formular, defender e sistematizar sua própria trajetória de aprendizagem. Considerar o educando capaz de resolver os problemas onde precisa divulgar, expor, suas idéias, estratégias e procedimentos para serem testados, validados, organizados e registrados no interior da sala de aula. Se este consegue fazer de forma clara dentro da sala de aula também terá êxito na sociedade que convive, sendo um cidadão crítico, reflexivo, autônomo de seu próprio fazer.
A nós educadores cabe o papel de selecionarmos os conteúdos de acordo com as necessidades do educando, para podermos manter os educandos interessados e motivados a resolver os problemas propostos, além de poder propiciar aos estudantes um espaço favorável para usar seus conhecimentos prévios e comunicar idéias, levantar hipóteses e confrontá-las com os colegas e com as informações do meio, refletindo e registrando de diferentes formas.
Quando utilizamos desta forma para ensinarmos nossos alunos conseguimos visualizar com mais clareza o que propúnhamos que eles aprendessem, sendo que é algo que lhes motivem a querer saber mais, sobressaindo desta forma a qualidade, e não a quantidade, onde não exista apenas o despejamento de conteúdo, como nos relata um texto de Japiassu (1994), da Didática, Planejamento e Avaliação, onde afirma que devemos ter um currículo integrado, onde ele diz: "A especialização sem limites culminou numa fragmentação crescente do horizonte epistemológico. Chegamos a um ponto que o especialista se reduz àquele que, à causa de saber cada vez mais sobre cada vez menos, termina por saber tudo sobre nada. (...)"

Um comentário:

Roberta disse...

Cristiana!!

Não esqueça de postar aqui as tuas reflexões e aprendizagens acontecidas durante o estágio.

Abraços
Roberta