Um sonho que se sonha só é um sonho. Um sonho que se sonha junto é realidade. (Madalena Freire)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Aiaiaiaiiiiiii...

Hoje estou de folga do meu trabalho em casa. E adivinhem para que? Estudar, e estudar muito.
Estou com grandes dificuldades na interdisciplina Linguagem e Educação, então resolvi tirar o dia para rever toda a interdisciplina, para ver se assim consigo me orientar perante a ela. Espero conseguir entender o objetivo dela, pois até agora quando acho que estou no caminho promissor, vem alguém e me prova ao contrário.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Completando....

O sujeito surdo é, antes de tudo, um indivíduo inserido em um ambiente histórico-social, que necessariamente interage com o mundo exterior, e, pelo fato de não receber informações auditivas deve comunicar-se e expressar seu pensamento através de uma linguagem que lhe seja o mais natural possível, ou seja, a visual-gestual.

Os direitos linguistícos dos surdos estão garantidos por lei, resta garantir-lhes o direito à educação bilingüe, o direito de ser atendido dignamente por intérpretes, nos órgãos públicos e particulares, o direito a espetáculos culturais em sua própria lingua, enfim o direito de ser surdo.

LIBRAS


Sabemos como é grande a necessidade de formação de professores para a Inclusão Educacional relacionada, especificamente, à deficiência auditiva, visto que a legislação brasileira determina a inserção de pessoas com direitos especiais na rede regular de ensino. Nos sentimos amedrontados ao saber que trabalharemos com uma turma que tenha algum aluno com deficiência, e isso só acontece porque não fomos nunca preparados para trabalharmos com estes alunos. Sou prova real do que estou aqui mencionando. Um certo dia me chamaram para trabalhar com uma turma de DA (Deficiênte Auditivo) e DV (Deficiênte Visual). E agora, o que vou fazer? Esta foi a primeira coisa que eu pensei, mas com muita dedicação considerando que as coisas não acontecem por acaso, é que elas estão em nosso caminho abracei a causa. Sai a procura de quem entendia um pouco mais, sendo humilde, sabendo buscar com quem tinha saberdoria, fazendo algumas visitas a escola de Torres que possui uma classe de DA. Hoje sinto muito prazer em ter trabalhado com esta turma, foi uma experiência única. E a UFRGS vem acrescentar nosso aprendizado nos dando uma visão de como trabalhar, de conhecer um pouco da história, da luta desta sociedade, do próprio EJa, não focando apenas nas Series Iniciais e na Educação Infantil, afinal de contas não saberemos que alunos encontraremos.
A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) pode ser definida como uma lingua natural usada pela maioria dos surdos do Brasil. É uma língua visual e gestual, diferente de todos os idiomas já conhecidos que são orais e auditivos. É uma língua pronunciada pelo corpo e percebida pela visão. A aprendizagem da LIBRAS requer atenção visual, discriminação visual, memória visual, expressão facial e corporal e agilidade manual.
O aluno tem direitos especiais tem, portanto, a garantia, estabelecida por lei, de efetuar sua matrícula em escola da rede de ensino que deve lhe assegurar as condições necessárias para uma educação de qualidade. A garantia do acesso à rede de ensino envolve, também a formação de professores para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico que leve em consideração o atendimento de alunos com determinadas diferenças individuais, mas e esses professores estão preparados?


sábado, 24 de outubro de 2009

Refletindo PAs...

Para quem não havia compreendido o que é um PA para finalizar ele temos dois textos bastante significativos, que são; "Projetos o que é? Como se faz?" e "Revisando PA em tempos de Web 2.0", nele identificamos questões essenciais de um PA, que temos que ter bem claramente em nossa memória.
Eu possuia muitas dúvidas de como conseguir levar meus alunos a quererem saber sobre determinado assunto e conseguir orienta-lós para que ouvesse um aprendizado significativo. Mas, ao ler as leituras as dúvidas começaram a se esclarecer, mostrando realidades escolares, já vivenciadas.
Sabemos da dificuldade que temos, que nossos alunos tem, pois sempre recebemos, receberam, tudo pronto e o PA veio para ajudar a levar o nosso aluno a pensar, de refletir, de criar com autonomia soluções para os problemas encontrados.
Grande é o desafio de partir do conhecimento prévio de nosso educando, de curiosidades, de vivencias, sabendo que o aluno ele não é uma tábua rasa, onde o educando vai interagir com o desconhecido, com novas situações para assim se apropriar do conhecimento específico, onde nós educadores somos apenas estimuladores, orientadores do caminho escolhido a ser percorrido.
No texto os alunos chegam na sala-de-aula e eles encontram a sala toda desorganizada, a professora os orienta para que eles façam a distribuição dos movéis, achei bastante interessante porque nossos alunos tem que receberem tudo pronto, é por ai que começa a ter que haver respeito pelas opiniões dos outros colegas, existindo desta forma cooperação, sendo uma forma de se sentirem autonomos.
Como nos relata no texto de Iris Elisabeth Tempee Costa e Beatriz Corsa Magdalena, "revisando os Projetos de Aprendizagens, em tempos de Web 2.0", o trabalho com projetos de aprendizagens configura numa situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos docentes. Nesta prática, os alunos, reunidos em pequenos grupos formados por interesses comuns em torno de um fenômeno que querem entender, levantam questões de investigação; buscam, organizam e comparam informações; elaboram e publicam seus achados, socializando tanto o processo desenvolvido, quanto os resultados alcançados, na medida que o trabalho se desenvolve.
Possuimos muitas perguntas quando pequenos, apenas nos educando, temos que estimular que as perguntas aconteçam, com questões da história de vida, de interesse próprio, de valores e condições pessoais, onde o aluno é agente de seu conhecimento.
Diante de tudo podemos dizer que o PA dá mais certo com os pequenos, pois os mesmos são curiosos e não tem medo de pagar mico fazendo uma pergunta.
Com tudo o que foi apresentado cabe a nós tertarmos com os acertos e erros a trabalharmos desta forma com nossos educandos, sabendo que o processo de assimilação fica mais prazeroso, pois são curiosidades deles que são evidênciadas por nós educadores.
Magdalena e Costa, pg. 93, 2003, diz, "Neste tipo de proposta inicial, a idéia é a de que o aluno precisa aprender a entregar-se com alegria à aventura de soltar a imaginação e a inteligência para criar e construir o novo, sempre disposto a reconstruir, na medida em que entende a relatividade do produzido."

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

EJA (Educação de Jovens e Adultos)


Em se tratando de EJA (Educação de Jovens e Adultos), o que poderia relatar sobre esta interdisciplina?

Pensando em tudo o que já estudamos até aqui o que logo me remete a falar é sobre a vivência que tive com esses alunos, suas dificuldades, suas limitações, o pouco caso enquanto esta educação das secretárias.

Sabemos que quase unanimamente todos os alunos que ali estudam trabalham fora e estão ali para tentarem por algum motivo aprender a ler e escrever. Uns para tirarem carteira, outros porque onde trabalham estão exigindo que saibam ler e escrever, e outros mesmo para se realizarem enquanto cidadãos.

Quando as aulas começam as salas de aula estão cheia, e aos poucos isso vai diminuindo, as pessoas vão evadindo, as cituações são precarias e os cidadão se sentem desmotivados a ali esta.

Ainda a EJA não é valorizada como deveria de ser, existe em algumas cidades porque tem que existir, ou porque existe uma pessoa desempregada, então ela procura montar uma turma para ter uma renda no final do mês.

Temos que trabalhar muitos aspectos em nossa cidade sobre essa educação dando o devido comprometimento com esses cidadãos que não tiveram acesso a educação na idade própria.

Em breve realizarei mais comentários.....

PA


Depois de alguns semestres de trabalho estamos chegando ao fim de nosso PA, que já foi sobre alimentação escolar e retornou ao ponto inicial, sobre Fotográfia, contando através dela, da fotográfia, um pouco da história de Três Cachoeiras.
Sabemos que não existe melhor exercício para reviver o passado que a apreciação solitária de nossas próprias fotográfias, das do passado e presente, onde revivemos bons momentos, lembramos de pessoas queridas.
Quando vemos velhos retratos nos álbuns, nos emocionamos, pois sabemos que o tempo passou, através da fotográfia podemos contar muitas histórias, sabermos de muitas coisas que aconteceram, como eram, pois dentro de cada imagem contém muitas informações acerca de um determinado momento passado.
Realizando o trabalho em grupo fiquei um tanto perdida, uma porque moro longe, fica difícil ficar vindo ao polo de vez enquanto, e outra por se tratar da história da fotográfia em Três Cachoeiras, falar de Toninho Retratista, pessoa essa que nunca conheci, não sei de quem se trata, no entanto no passar do tempo percebi que poderia contribuir de outra maneira, dando idéias, realizando pesquisas, e sei que por esse motivo aprendi muito, trabalhei com o que eu não conhecia, e que agora já tenho conhecimento.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Mais um....
















Mais um semestre começa e junto com ele vem caregado de entusiasmo e motivação, já que este é o ultimo com aula, tendo que assim aproveitar o máximo possível para sugar de nossos educadores.
Assim como os demais eixos este traz para nos interdisciplinas bem atuais como o EJA (Educação de Jovens e Adultos) e também a Lingua de Sinais, onde poderemos tirar alguns preconceitos, dúvidas.
Sem sombra de dúvidas poderemos falar com todo orgulho que nos formaremos na UFRGS, pois ao que me consta em todas pedagogias que existem por aqui somente nós estamos tendo tanta abrangência nas aréas mais diversas da educação, priorizando cada uma.





domingo, 9 de agosto de 2009

Os estudos continuam...


Neste dias 05, 06 e 07 de agosto tivemos o Fórum Educacional em Osório onde sempre saimos de lá com muitos aprendizados, conceitos modificados. O tema deste ano era "Identidade da Escola frente às mudanças..."


As palestras escolhidas por mim foram, Cultura e Identidade Surda, História Africana e Afro-Brasileira: a Im portância da Formação de Profossores e Inclusão de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais: Uma diferença que mobiliza o cotidiano escolar.


Mas antes destas paletras tivemos duas conferências incriveis,onde não tinhamos vontade de sairmos do ginásio, a primeira delas com o Tema: A Lei da Inércia de Galileu: Alegria e Criatividade no Trabalho Docente, o nome deste prof. incrível é José Inácio da Silva Pereira (Pacheção) MG, onde demos boas risadas e mostrou a cada um de nós ali presentes que temos que ter sonhos, pois são através dos sonhos que acançamos nossos objetivos. A segunda conferência foi com o Filosofo Dr. Mário Sergio Cortella, com o Tema: Compreensões Pedagogicas e Ação do Professor ante o Impacto da Sala de Aula, onde relatou exemplos de nosso dia a dia dentro de nossas salas de aula. Este mesmo conferentista ele disse: "Livros não mudam o mundo, o que muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas."


Ao final do Fórum fiquei triste pelas colegas educadoras que vão ao Fórum para apenas fazerem compras, pois não sabem o que perderam, foi incrivel todos os dias, ainda tivemos uma noite cultural com o Tema: Adolescente é gente complicada, com o Programa encontros de Ruy Carlos Ostermann e convidado Dr. José Ottoni Outeiral, psicologo.


"Quem sou eu diante do outro, estranho, anormal, deficiente...", (Núria Ferré, 2001)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Esta foi a Viagem que realizamos à Mostarda, com a organização do porfessor Nilton, da Interdisciplina Questões Étnicos Raciais, do curso de Pedagogia, da UFRGS. A viagem aconteceu no dia26/05/09, o dia estava maravilhoso. Neste dia nos divertimos muito, rimos, brincamos, aprendemos um pouco da cultura daquele povo que ali vive. Em outro momento vou mostrar um dos pontos mais visitados desta localidade, que tem o nome de Lagoa dos Peixes, o guia que nos levou contou algumas histórias bastantes interessantes.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Alguém me acorda? Só pode ser um sonho.....


Demorou mas consegui, enfim, tenho minha primeira foto na universidade mas cubiçada por muitos, UFRGS.

sexta-feira, 22 de maio de 2009











Já estou sentindo saudades do bueno do professor Niltom, diz ele, que ontem foi a última aula e que nosso poló é muito melhor que os demais. Essa última frase nos deixa muito feliz, pois afinal tentamos dar o nosso melhor de nós. Cada um com bastante afazeres mas sempre com vontade e animo de estar aprendendo.
Tentar tirar o preconceito de nossos alunos, trabalhar em sala de aula, mas antes de tudo trabalhar o preconceito de coisas coriqueiras que tem em nosso dia, que muitas vezes nem passa pela nossa cabeça que também estamos agindo preconceituosamente.
Como nossa colega Gleice destacou em sua apresentação ontem, acreditamos que vivemos muito mais uma fase de preconceito cultural do que propriamente racial, onde as pessoas são discriminadas pelos o que elas aparentam ter, ou ser.
O professor Niltom levantou algumas afirmações que achei muito bem fundamentadas, como exemplo; "So dizemos SIM a nós mesmos se antes dizemos NÃO ao outro", "Preciso de alguém fora da ordem para me manter na ordem".
Falar de temas tão polêmicos em sala de aula nos assusta e muitas vezes nos omitimos de tal forma que acabamos contríbuindo para este preconceito, discriminação. Antes de queremos que nossos alunos não sejam preconceitos temos que trabalhar ele em nós.
Quando somos extigados a fazer algo levantamos muitas possibilidades de como se trabalhar. Como exemplo, o trabalho da atividade História da África-história e cultura, é raro quando abordamos este tema em sala de aula, no entanto quando fomos motivados a trabalhá-lo tivemos algumas possibilidades bem interessante de como se trabalhar, quero dizer que falta comprometimento para ensinarmos não somente o que esta nos livros mas contar as verdadeiras histórias mostrando o que realmente aconteceu e acontece até hoje, a importância das diferenças etnias, o que cada uma contribuiu.
Para finalizar esta postagem quero finalizar com uma frase que li no começo da interdisciplina e que achei bastante relevante:

"O importante é não estar aqui ou ali, mas SER. E ser é uma ciência feita de pequenas e grandes observações do cotidiano dentro e fora da pessoa. quando não executamos essas observações, não chegamos a ser, apenas estamos desaparecendo." (Carlos Drummond de Andrade)





quarta-feira, 13 de maio de 2009



Será que utilizamos psicologia em nosso dia?


Quem acha que sim?


Euuuuuu.....


Atráves dela, da psicologia eu não só aprendo como trabalhar como meu aluno, mas aprendo a me conhecer, conhecer minha família, minha filha, e foi com ela, com minha filha que meus colegas e eu realizamos uma atividade, gostariamos de saber em que estagio do desenvolvimneto ela se encontrava, já que Piaget esquematiza o desenvolvimento intelectual em estágio, que são: estágio sensório-motor(0 a 2 anos), estágio pré-operacional(2 a 6 anos), estágio pré-operacional(7 a 11 anos), e estágio de operações formais(12 anos em diante). Onde as idades atríbuidas noa são rigídas, havendo variação individual.


Descobrimos que minha filha esta no estágio pré-operacional,por ter caracteristicas deste estágio, ela tendo 5 anos e 9 meses.


Foi bastante interessante fazer com ela a atividade, pois deu respostas muito boas ao trabalho.



Quando que paramos para retirar de algum filme algo que fosse realmente importante?


Eu por exemplo, vejo filme quando não tenho mais nada para fazer, que tenho tempo para tal. Pois a filosofia fez-nos parar para tirar nossas próprias conclusões do filme "O Clube do Imperador", nos fazendo refletir o que é conflito moral. Temos ela? Herdamos? Possuimos dia após dia?




Falar de Educação Especial nos leva a dezenas de mitos e verdades, estas atitudes mostram a existência do preconceito com essas pessoas especiais.

Verdades;

  • deficiência não é doença;
  • algumas crianças portadoras de deficiências podem necessitar de escolas especiais;
  • as adaptações são recursos necessários para facilitar a integração dos educandos com necessidades especiais nas escolas;
  • sindromes de origem genética não são contagiosas;
  • deficiente mental não é louco.

Mitos;

  • todo surdo é mudo;
  • todo cego tem tendência a música;
  • deficiência é sempre fruto de herança familiar;
  • existem remédios milagrosos que curam as deficiências;
  • as pessoas com necessidades especiais são eternas crianças;
  • todo deficiênte mental é dependente.

Quem que já não ouviu algum comentário parecido com estes aqui citados?

Estas são formas de preconceito com esses alunos, com esses cidadãos que são tão especiais.

Como aqui já mencionei mas que vou resaltar novamente, o texto, "Politicas Públicas para todos: tensões atuais", de Rosângela Gavioli Prieto, ela afirma que não há qualquer pretenção de se esgotar a discusão da Educação Especial, pois sempre à algo a se discutir.

Hum....que semestre maravilhoso, junto com ele muitas interdisciplinas instigantes que nos levam a refletir sobre nossa atuação enquanto educando no processo ensino aprendizagem, com interdisciplinas polêmicas, como é o caso da Educação de pessoas com Necessidades Educacionais Especiais e das Questões Etnico-Raciais na Educação, História e Social, onde nuca nos faltara argumentação para defende-las. Mas temos ainda, a Psicologia II, que é maravilhosa e a Filosofia da Educação, damos continuidade a os Seminários onde sempre aprendemos muito. Neste semestre não aprendemos nenhuma ferramenta, estamos aperfeiçãondo os conhecimentos já adquiridos, mas em compensação temos estudado muito, ido além do material disposto, afinal são temas quenos extiga a saber mais sobre o assunto.
Acredito que vai ser mais um semestre marcado pela ótima qualidade de Educação da UFRGS.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nossa....
Já gostava de psicologia, e a cada dia mais apresso por ela eu tenho. Este semestre tem vindo contribuir muito com nossas "certezas", identificando as epistemologia genéticas, depois trabalhando com a ação e o aprendizado. Como citei, nunca paramos para pensar o que tem a ver nossas práticas com as teorias e aqui estão fazendo nós educandos refletir sobre estas teorias. Repensar esses conceitos, reelabora-los.

O conhecimento é algo prévio daquilo que iremos aprender. aprendemos algo quando temos conhecimento do mesmo. Está é uma frase tirada do texto Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos, do professor Fernando Becker.

terça-feira, 31 de março de 2009

Fórum de Educação Especial


O filme proposto pela interdisciplina nos faz pensar; "Enfrentar esses desafios, implica em uma formação que difere das que ocorrem habitualmente, em cursos dessa natureza, criar e produzir novos saberes e fazeres educacionais." Como relatei no fórum, mas do que lei precisamos acreditar que somos capazes de fazer a diferença, as leis são apenas para nos dar suporte, mas tem que depender de cada educando.
Provocar o professor para que reveja suas práticas, à luz de marcos teórico-metodológicos, que diferem do habitualmente conhecido, para que apresente novas soluções para velhos problemas educacionais, que excluem alunos com deficiência no ensino regular.
O texto: "História, Deficiência e Educação Especial", de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, nos relata o processo histórico que a Educação Especial passou, que ainda esta passando. Acredito que esse processo ainda vai demorar um tempo para que realmente seja concedido. Antes de qualquer coisa podemos ser peças de obstrução destes alunos que estão a procura de uma educação de qualidade. Devemos sim acreditar em suas potencialidades, eles são capazes, com suas limitações, mas são. E isso é o que importa para nós educadores.

Foi assegurado pela Constituição Brasileira (1988) o direito de todos à educação, garantindo, assim, o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.

Ainda para reforçar a Constituição em Dezembro de 1996, foi publicada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB, 9.394/96, que dá ideia de melhoria da qualidade dos serviços educacionais para esses alunos.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Aiaiaiaiaiaiiiiii...........


Pensar em quem sou, com quem sou parecida, não me traz muito conforto, contudo me fez parar para analisar algumas coisas na minha vida. Considerei a atividade um tanto difícil, por ter que falar de mim.

Pareço ser bastante espontanea, sem vergonha de falar, no entanto sou uma pessoa muito timida, que se esconde atráz de um sorriso sincero.

Sei que cada um de meus famíliares contribuem na pessoa que sou, seja na parte estética, quanto no gênero. Com algumas eu combino, com outras não.

Acho que poderia ter falado muito mais de mim porém não consigo ser aberta sobre minha pessoa. As pessoas podem pensar milhares de coisas sobre mim, mas basta eu saber quem sou eu. E quem eu sou? Ainda estou a procura desta resposta, sei que vai levar tempo.......

terça-feira, 24 de março de 2009

O ser humano não é!






Olá....


Que riquesa de aula que estivemos ontem, nos faz pensar coisas, assuntos, que não damos importância no decorrer do nosso dia a dia. No principio fiquei morendo de vergonha do professor, pois minhas colegas não ficavam calada um minuto, porém conforme o professor Luis foi comentando sobre a interdisciplina as mesmas foram se aquetando.
Nós aprendemos que o simbolo da Interdisciplina, Filosofia da Educação é uma coruja, porque ela enxerga à noite. Ai o professor nos pergunta: Como enxergamos o mundo?Alguém já parou para analisar isso?
Nem tudo que vemos é! Mas como, se estamos vendo?
A filosofia fez nós sair de dentro do Polo com uma tempestade mental, onde tinhamos mil dúvidas de muitas coisas que antes nem pensavamos.
Nos chamou a atenção ainda no uso de algumas palavras do vocabulário, todos, ninguém, sempre, nunca. Será que elas nos dizem alguma coisa?
A Educação é um processo de conservação, de transmissão e transformação das atitudes. O que deve ser conservado é o processo de transformação.

sábado, 21 de março de 2009

Identificando as Epistemologia


O que é o conhecimento?
Como aprendemos?
Será que algum dia paramos para analisar estes termos? Porem não sabíamos da grandiosidade de cada um deles.
Para Piaget há os observáveis do aluno, do sujeito, e os observáveis da coisa, do fenômeno, do objeto observado para aprender. Entre um e outro tem que haver interação para aprender. Na interação bota-se significado para tirar. Se você não põe, não tira. Nesse sentido, todas as mídias só ajudam se houver interatividade dos alunos. O aluno não aprende olhando a mídia, ouvindo a mídia, pois não é a percepção que dá o conhecimento. A apresentação não é a forma de retirar o conhecimento, tem que construir. Tem que botar conhecimento, ler a resposta do objeto e assimilar reconstruindo. Nesse sentido, mídias integradas, multimídias, telas lindas, filmes lindos, objetos de simulação detalhados para observação não favorecem a aprendizagem.
Então podemos concluir que aprendemos conhecendo, fazendo, moldando.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mais um Eixo começou....







Isso é o que desejo para cada uma de nós que aqui estamos novamente. As férias acabaram e os trabalhos começaram com bastante própositos. Neste Eixo VI tenho certeza que nos propiciara muitos aprendizados, já que nos fala de interdisciplinas importantes para nosso meio.
Mudar é um ato de coragem.
É a aceitação plena e consciente do desfio.
É trabalho árduo, para hoje!
É trabalho duro,para agora!
E os frutos só virão amanhã, quem sabe tão distante....
Mas quando temos a certeza de estarmos no rumo certo, a caminhada é tranquila.
E quando temos fé e firmesa de propósitos, é facil suportar as dificuldades do dia a dia.
A caminhada é longa.
Muitos ficarão, à margem.
Outros vão retirar-se da estrada. É assim mesmo.
Contudo, os que ficarem, chegarão, disso eu tenho certeza.
Olhem bem ao seu lado. Estão com vocês.
Eles exercem o mesmo papel que você dentro da organização.
Eles também tem problemas e dificuldades como você. E tem dúvidas sobre a mudança.
Você poderá mstrar-lhes como você sente e pensa a respeito das mudanças na organização e nas pessoas.
Não feche a janela que você esta desbruçado.
Convide seu colega para estar ao seu lado, para que vocês possam ter a mesma perrspectiva.
Nós estaremos com você a cada dia, tentando descobrir novas fases da mudança.
Tenho certeza que, se assim procedermos, dentro de algum tempo estaremos convencidos de que não é tão difícil mudar.